Diante das denúncias reveladas no relatório sobre sabotagem antirracista na educação, o comitê de crise foi imediatamente convocado para a reunião, a fim de tratar das graves alegações. O documento aponta que países como Brasil, África do Sul, Espanha, México e Nova Zelândia teriam utilizado verbas da ONU para censurar materiais escolares que mencionassem termos como “racismo estrutural”, “escravidão transatlântica” e “quilombos”. A convocação do comitê reflete a urgência de discutir medidas corretivas, investigar possíveis irregularidades e propor soluções que restabeleçam a transparência e a inclusão no sistema educacional, diante da repercussão nacional e internacional do caso. Durante a reunião, uma discussão foi aberta para que os membros pudessem relatar e analisar detalhadamente o que ocorreu, permitindo que diferentes perspectivas fossem consideradas na busca por soluções efetivas.
por Guilherme e Julia Rabelo